O Deus do IMPOSSÍVEL não desistiu de mim Sua Destra me sustenta e me faz prevalecer.
sábado, 9 de outubro de 2010
A pessoa errada
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Ellen Cristiane
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sábado, outubro 09, 2010
Pensando bem em tudo que a gente vê. e vivencia, e ouvi e pensa,não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar, é na verdade a pessoa errada. Pois a pessoa certa faz tudo certinho: Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas. Mas nem sempre precisamos das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, , perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora de vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira. A pessoa errada na verdade, é aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mais uma hora depois vai estar enxugando as suas lágrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mais vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mais vai estar toda a vida esperando por você. A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo. O certo mesmo é termos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo, conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que a gente diz: " Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo que Ele quer, é que a gente encontre a pessoa errada. Pra que as coisas comecem a funcionar direito pra gente.
Nossa missão: Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução.
_ Luís Fernando Veríssimo
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
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Ellen Cristiane
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sexta-feira, outubro 08, 2010
Você está chorando, mas não sabe o motivo. Você se lembra, de novo, do que poderia ter acontecido e sorri entre as lágrimas, mas são apenas imagens na sua cabeça do que poderia ter acontecido, nada muito real e nem muito irreal, é apenas um sonho que não vai se realizar. Você repassa todos os dias os mesmos sonhos desde que o conheceu, você repassa todos os dias as lágrimas pelo que não aconteceu, você se revolta todos os dias pelos mesmo motivos. Você se sente só, se sente com frio, gostaria de ter abraço mas não qualquer abraço, teria que ser aquele abraço, aquele que faz você se sentir tão livre mas presa em segurança ao mesmo tempo, que te mostra o futuro enquanto ainda esta vivendo o passado, aquela abraço único que você sempre imaginou como seria mas nunca teve.
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sexta-feira, outubro 08, 2010
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Ellen Cristiane
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sexta-feira, outubro 08, 2010
Você se cansa de amores incompletos, de amores platônicos, de falta de amor, de excesso disso e daquilo. Se cansa do “apesar de”. Se cansa do rabo entre as pernas, da sensação de estar sendo prejudicado, se cansa do “a vida é assim mesmo”. Você se cansa de esperar, de rezar, de aguardar, de ter esperanças, cansa do frio na barriga, cansa da falta de sono.
Você se cansa da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, se cansa da estupidez, da apatia, da angústia, da insatisfação, da injustiça, do frenezi, da busca impossível e infinita de algo que não sabe o que é. Se cansa da sensação de não poder parar.
PC Siqueira
sábado, 2 de outubro de 2010
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Ellen Cristiane
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sábado, outubro 02, 2010
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Ellen Cristiane
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sábado, outubro 02, 2010
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Cora Coralina
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
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Ellen Cristiane
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sexta-feira, outubro 01, 2010
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ver além dos olhos, de ouvir além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio, tão clara, no próprio coração. Essa sensação, às vezes, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói ser ferido.
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Essa saudade, de fazer a alma marejar, de um lugar que não se sabe onde é, mas que existe. Essa possibilidade de experimentar a dor, quando a dor chega, com a mesma verdade com que experimenta a alegria. Essa incapacidade de não se admirar com o encanto grandioso que também mora na sutileza. Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando, não deixam adormecer a ideia de um mundo que possa acordar sorrindo. Pra toda gente.
Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer, mas não tem jeito…. só consigo ser igual a mim.
Ana Jácomo
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Poderíamos casar.
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Ellen Cristiane
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quinta-feira, setembro 30, 2010
Não chegaríamos sequer perto do exemplo de família perfeita. Teríamos um apartamento, quem sabe uma casa com jardim e um cão com pêlo brilhante. Improvável. Tomaríamos café as cinco da tarde. Você reclamaria o fato de eu ligar o chuveiro horas antes de ir para o banho. Eu, por você ter arranhado meu CD de jogo favorito. Eu não admitiria o quanto você fica bonito quando bravo e você não diria que lembra da cor do sapato que eu usei quando nos vimos pela primeira vez. Discordaríamos quanto a cor das cortinas. Não arrumaríamos a cama diariamente, beberíamos juntos em algum clube no final de semana. A geladeira seria repleta de congelados e coca-cola, o armário, de porcarias. Adiaríamos o despertador umas trinta e duas vezes só para ficarmos horas na cama enrolando e falando qualquer besteira. Você me ensinaria alguma coisa sobre futebol, e eu te convenceria a assistir aquele filme no cinema. Sentaríamos na sala de pijama e pantufas, você iria direto para o caderno de esportes no jornal e eu comentaria alguma notícia qualquer. Você saberia o nome do meu perfume, eu saberia onde você largou a última edição da revista de música. Sairíamos pra jantar em algum dia de chuva e não nos importaríamos em chegarmos encharcados. Dormiríamos com o computador ligado. Nos beijaríamos no meio de alguma frase. Você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração. Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia. Saberíamos.
Poderíamos casar…
Morfina
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Ellen Cristiane
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quarta-feira, setembro 29, 2010
Quando lutamos contra nós mesmos, somos os únicos a colecionar feridas. Até que ponto vale a pena ater-se ao caminho da menor-dor, do baixo risco e do conforto calculado? Você grita para si mesmo com tanta força essa mentira, que acaba por não ouvir o peito clamando por um segundo de atenção. Mas eu consigo ouví-lo, quando ele encosta no meu, e sigo aguardando o dia em que a tua garganta, de tão rouca, deixe chegar aos teus ouvidos o que para mim fica claro toda vez que teus olhos fecham antes dos meus: é recíproco.
Eu poderia dizer que fui acometido por uma abstinência de sensações às quais já estava acostumado. É o que você sempre diz, mas eu ainda não me acostumei a você. Por isso que eu sempre volto, mesmo quando a minha autoestima implora para que eu espere por um sinal teu. Teus sinais foram dados; nós é que falamos línguas diferentes, quando o assunto é sentir e expressar.
Eu poderia dizer o que já repeti em refrões antigos: que sou “alguém pra ocupar o lugar / de quem não vai voltar”. São palavras que me saltam da língua e páram nos dentes, sempre que sinto medo de que você confirme a minha hipótese. Então eu sigo o teu conselho de me ater apenas às tuas ações. E assim eu sigo, tirando da tua boca frases impensáveis, do teu peito, o calor que eu preciso e, da tua vida, tudo que vai de encontro aos teus planos de não me deixar entrar. Aluguei um espaço no teu pensamento e me sinto confortável aqui, embora nada me garanta que eu não possa ser despejado. Se for pra ser, que assim seja: o frio da rua é mais confortável do que um lar onde já não se quer mais morar. E faz tempo que eu me mudei, jogando fora as chaves da antiga morada.
A vida ensina, a gente aprende. No entanto, isso não quer dizer que não devamos, às vezes, desobedecer as leis que nós mesmos criamos. Cansei de lutar contra mim mesmo, pois já me cobrem o corpo feridas em diferentes fases de cicatrização. Aqui estou, pronto para me aplicar com mais algumas doses cavalares de você, se assim me permitir. E eu já não mais vivo sem essa morfina que eu batizei com o teu nome, há alguns meses atrás.
Beeshop
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Ellen Cristiane
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quarta-feira, setembro 29, 2010
“A todos trato muito bem, sou cordial, educada, quase sensata, mas nada me dá mais prazer do que ser persona non grata, expulsa do paraíso, uma mulher sem juízo, que não se comove com nada. Cruel e refinada, que não merece ir pro céu, uma vilã de novela, mas bela, e até mesmo culta, estranha. (…) Aqui entre nós, melhor que ser boazinha é não poder ser imitada.”
— Martha Medeiros.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Inteligência é afrodizíaco.
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Ellen Cristiane
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terça-feira, setembro 28, 2010
Na minha época de estudante de 2º grau, ouvi uma professora fazer uma pergunta boba sobre sexualidade que à época pouco me chamou atenção apesar da surpresa da resposta. Era o 1º ano ainda, haviam muitos alunos “turistas” do tipo que sabe-se que não chegam até o fim do ano, e a aula era de Física. E a professorinha perguntou em meio ao assunto que estava no ar: “Qual é o maior órgão sexual” E começou o burburinho e risadinhas tolas de sempre. Após algum suspense ela saiu com a resposta: “Para quem pensou bobagem, o maior órgão sexual é o cérebro” e decepcionou a todos!
Na ocasião até me surpreendi com a resposta, não esperava algo assim tão profundo e confesso, estava pouco interessado em filosofar sobre o assunto. Mas hoje entendo o que a Professora nos quis dizer. O ser humano como corpo tem o sexo, mas como alma tem a sensualidade; o erotismo. Uma se relaciona com a outra, mas a sensualidade, como atributo próprio do espírito, a qual somente ele capta, é muito mais envolvente.
Porque não somente corpos são sensuais e esse é um atributo próprio do corpo. Mas uma postura pode ser sensual, um jeito de falar pode ser sensual, um olhar penetrante também, ou todos esses atributos juntos conduzidos por uma atitude inteligente; envolvente; com certeza são sensuais. Theophile Gautier resumiu perfeitamente este pensamento ao concluir que Amar é admirar com o coração, e admirar, é amar com o cérebro.
Recentemente, uma pesquisa confirma o que tenho dito ao constatar, na Inglaterra, que mulheres com maior instrução, tendem a ter mais dificuldades de se realizar na cama. A hipótese levantada por especialistas é a de que essas mulheres idealizam demais a situação, e travam diante da crueza do ato sexual. É assim: Na imaginação, tudo é perfeito. Mas aquilo que atrai, encanta, provoca e excita entra em choque com uma realidade íntima não levada em conta. Somente o hábito supera esse choque.
Entendo a sensualidade como a excitação causada pela constatação ou contemplação do que é belo ou de alguma forma incitante. E isso acontece na imaginação. Atualmente, alguns até afirmam que certos carros são sensuais. E não é difícil encontrar por ai alguns objetos produzidos pelo design contemporâneo que nos transmitem algo estimulante de alguma forma. Isso acontece porque ali não tem só funcionalidade, mas tem a mão inteligente de quem o concebeu na imaginação. Não é meramente arte gratuíta, é humano, é inteligência.
A melhor definição que já ouvi para inteligência foi como sendo a capacidade de se estabelecer relações (entre idéias). Tem menos a ver com alardar CONHECIMENTO (embora um bom repertório seja fundamental) e mais com ESPERTEZA, perspicácia, agilidade mental. É a agudeza de espírito que relaciona uma situação comum à outra incomum, e daí cria graça, leveza, humor. A alma humana se sente tão atraída por nobres sentimentos, quanto um corpo se sente atraído por outro. Mas convenhamos, não sou puritano, se juntar os dois tipos de atração fica bem melhor.
Por Ronaud Pereira
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Ellen Cristiane
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segunda-feira, setembro 27, 2010
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta. A gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto… Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.
John Lennon
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