sábado, 1 de janeiro de 2011

A Despedida do Amor




Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à
 pessoa que o gerou. 
Muitas pessoas reclamam por não conseguir 
se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, 
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, 
é uma sensação à qual 
a gente se apega. Faz parte de nós. 
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, 
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos 
foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente, 
e que só com muito esforço é possível alforriar.


Marta Medeiros

3 comentários:

Beta disse...

talvez sim
talvez não

Grillo disse...

Cortar o tempo

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente

Feliz 2011!

Camila disse...

É, temos que muitas vezes nos desspreender daquilo que nos ama/mata....

=)

FELIZ 2011

=)

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